Em comemoração ao Dia Mundial das Doenças Tropicais Negligenciadas, a DNDi realizou, em parceria com o Museu da Vida Fiocruz, uma programação especial voltada ao público infantil com o objetivo de ampliar o conhecimento sobre essas doenças de forma divertida.
A data, celebrada no dia 30 de janeiro, chama a atenção para um conjunto de doenças que afetam principalmente populações em situação de vulnerabilidade social, econômica e geográfica. Fortemente associadas à pobreza, as doenças negligenciadas, como doença de Chagas, leishmaniose e esquistossomose, recebem pouca atenção da indústria farmacêutica e das políticas públicas, apesar de impactarem milhões de pessoas no mundo.
Ao longo de dois dias, crianças que visitaram o Museu da Vida foram recepcionadas no Trenzinho da Ciência por Dinho, mascote da DNDi, e pelo Zé Gotinha, símbolo da vacinação e do SUS. Durante a atividade, foram distribuídas histórias em quadrinhos para colorir, que explicam de forma simples o que são doenças negligenciadas.
“Achei a ação extremamente interessante. O Zé Gotinha fez parte da minha infância, via muito nas campanhas de vacinação, e foi ótimo ela conhecer. A revistinha do Dinho também é bem legal. Aguça a criatividade e a imaginação das crianças”, comentou Roberta Gomes, mãe da Ester Lasset.
O diretor da DNDi América Latina, Sergio Sosa-Estani, acompanhou a atividade e reforçou a importância de dialogar com diferentes públicos: “Realizar essa ação com crianças é uma forma de investir em um futuro com mais equidade em saúde. Esse tipo de iniciativa com o público infantil, junto a seus pais e outros adultos, também tem o objetivo de despertar o interesse das crianças pela ciência e pela saúde. E fazer isso na Fiocruz, a maior instituição de pesquisa em saúde da América Latina e uma parceira histórica da DNDi, torna essa iniciativa ainda mais significativa.”